terça-feira, 28 de setembro de 2010

Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando. [ Clarice Lispector ]

DEIXE


DEIXE QUE TUA ALMA FALE.

DEIXE QUE TUA BOCA, SE CALE

DEIXE QUE AS LÁGRIMAS

RESPOSTA DE QUEM SENTE

SE ESPALHE

DEIXE, QUE AS MÃOS FIQUEM LIVRES


PERCORRENDO, CORRENDO...


DEIXE QUE OS OLHOS  VEJAM

NÃO SÓ O QUE DESEJAM.


DEIXE QUE OS PÉS


CAMINHEM PRA QUALQUER CAMINHO


DEIXE QUE O PASSARINHO


FAÇA SEU NINHO


DEIXE O TEMPO CORRER


ESPERE SEMPRE POR MAIS UM


AMANHECER.


SENTA AQUI DO MEU LADO.


DEIXE QUE O VENTO SE ESPALHE


DEIXE QUE A POESIA FALE


DO AMOR


DA VIDA


DO TEMPO


DO LAMENTO


DA ESPERANÇA

E DE TUDO MAIS QUE QUISER.


E DEIXE QUE AQUELAS ESTRELAS


ILUMINEM ESSA NOITE.


DEIXE QUE TEU CORPO


UNIDO AO MEU


PERMANEÇA AQUI.


NESSAS HORAS ETERNAS.




AUTORA: FRANCIELY DA SILVA BASSI.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

 É VOCÊ

VOCÊ É A RAZÃO PELA QUAL VIVO.
MOTIVO SINCERO DO MEU SORRISO.
É A VONTADE QUE FAZ PULAR.
É A MESMA ME  FAZ AMAR.
É VOCÊ MEUS SONHOS AO ADORMECER.
MEU RAIO DE LUZ NO AMANHECER.
BRISA LEVE QUE TOCA MEU ROSTO,
NA MINHA BOCA DA SUA FICA O GOSTO.
DO TEU CORPO NO MEU,
A SAUDADE DE TE ABRAÇAR
A VONTADE DE TE BEIJAR
É PRIMAVERA QUE ME ALEGRA
É VERÃO QUE ME AQUECE
É OUTONO QUE ME ABRAÇA
INVERNO QUE LOGO PASSA.

FRANCIELY DA SILVA BASSI.

domingo, 26 de setembro de 2010

A FELICIDADE ESTÁ NO ABSTRATO DE SE VIVER!! F.S.B 20/08/07


(APENAS REFLITA)

QUEM NUNCA CAIU DE BICICLETA
QUEM NUNCA GRUDOU CHICLETE NA CARA
QUEM NUNCA QUIS VIRAR UM ATLETA
QUEM NUNCA CAIU DE  CARA NO CHÃO
QUEM NUNCA LEVOU UM NÃO

QUEM JA NAUM QUIS GRITAR BEM ALTO
PARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
PARA A VIDA QUE EU QUERO DESCER
QUERO DESCER NOS MOMENTOS
DA MAIS INTESA FELICIDADE...
NO DIA DO MEU PRIMEIRO BEIJO...

QUEM NUNCA TENTOU VOAR DE CIMA DO SOFÁ
QUEM NUNCA IMITOU UM SUPER HERÓI...
QUEM NUNCA SE APAIXONOU PELO MENOS UMA VEZ
OU VARIAS VEZES NO ANO..
QUEM NUNCA FICOU DE CASTIGO
QUE  NUNCA CHOROU POR ALGUEM

QUEM NUNCA QUIS GRITAR
CORRRRREEEEEEE TEMPO
PASSA LOGO QUE EU QUERO
QUERO CRESCER
QUERO AMAR E SOBREVIVER
QUERO TOMAR UM PORRE
QUERO DANÇAR NA BALADA
ATÉ O NASCER DO SOL...

QUERO VIVER...
CADA MOMENTO
SEM ARREPENDIMENTO
FAZER TUDO O QUE
ME DER VONTADE

TER CORAGEM DE GRITAR
BEM ALTO.....
EU SOU LIVRE E POR ISSO
MINHA VIDA TEM O TAMANHO
QUE CABE NA IMENSIDÃO DO
INFINITO..
EMBORA UM DIA EU MORREREI
MINHA VIDA SERA DE TUDO
O QUE MAIS CELEBREI...

FRANCIELY DA SILVA BASSI.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O QUE PARA OS HOMENS É IMPOSSÍVEL, PARA DEUS JÁ FOI REALIZADO


O TEMPO



NÃO HÁ MAIS TEMPO
E CADA VEZ MAIS,
 O TEMPO É MENOS
É MENOS TEMPO PRO CAFÉ
MENOS TEMPO PRO ALMOÇO
E TALVEZ DÊ TEMPO PRA JANTAR
É MENOS TEMPO PRA PENSAR
É POUCO TEMPO PARA AGIR
NÃO HÁ TEMPO DE CORRER
NÃO HÁ TEMPO PARA DESISTIR
NÃO TEM HORA CERTA 
ELE PASSA A TODA HORA.
TODO TEMPO O TEMPO PASSA.
SÓ NÃO PASSA O TEMPO
NA AGONIA DE QUEM ESPERA
DE QUEM SE DESESPERA
POR UM SEGUNDO ACELERADO
POR UM DIA ADIADO
POR UM INSTANTE TÃO ESPERADO
QUE DEVERAS TENS SONHADO.
POR ESSA MANIA LOUCA 
DE AMAR E SER AMADO



AUTORA> FRANCIELY DA SILVA BASSI 
24/09/2010  às 00:45




segunda-feira, 20 de setembro de 2010

SOFRIMENTOS DE UM POETA

Quando um poeta fica muito triste, sua alma fala,
sua mão dispara,
sobre esta vida desatinada percorre linhas a escrever.

Mas, se a tristeza persiste,
não há coração que resista.

Sua alma grita,
seu coração dita
palavras a serem escritas.

Num ato de desespero,
quando a vida não tem mais tempero,
a esperança é achar que tudo é passageiro.

Pensava que passava, tanto que esperava.
Ainda não passou e muito tempo já esperou.

O coração enlouquece,
a tristeza não desaparece,
perde o fôlego e a razão.

Não engole o choro,
escuta o coro.
São anjos a cantar.

Será que esta dor irá o matar?

Mas, se é amor que dói e não se sente,
de dor não morrerá!

E o poeta? Morrerá do que será?

Morrerá de uma loucura fatal!
Amou tanto, sofreu tanto, acreditou no tanto.
Enlouqueceu, no entanto.

A vida tornou-se desencanto.
Por ela, derramou pranto.
Por ele, fiz esse canto.

“Não vá, poeta, agora,
sei que seu coração chora,
mas, poeta, não é tua hora,
não vá, poeta, embora.”

O poeta viveu de sonhos,
alimentou-se de esperanças,
embebedou-se de lágrimas,
balançou-se em longos cabelos,
mergulhou em olhos profundos,
sofreu até nos últimos segundos.

E, antes de dizer adeus, disse o poeta aos seus:

“Ame a vida inteira, pois a morte é certeira e a vida é passageira.
Não esperes do teu amor grandes alegrias,
mas viva como se fosse o último dia!”



AUTORA: FRANCIELY DA SILVA BASSI. 09/09